Inúmeras mudanças. Diversas perdas. Uma mudança de direção de vida. Uma tempestade emocional violenta. Redescobrir quem se é. Aceitar coisas imutáveis. Mudar características que nunca serviram.
É, não foi fácil. Mas eu sobrevivi. A tempestade passou. Estou inteiro, de novo. Nenhum pedaço me falta. E o que quer que venha, agora eu sei: eu encaro. Sozinho, com amigos, namorando, solteiro... o importante é: venha o que vier, eu sei quem eu sou e sei o valor que tenho. E esse valor, não é pouco. E acredite: eu demorei pra ver isso. Mas o importante é que eu vi. Ponto.
Durante uma semana, de 5 a 11 de outubro, 1.200 pessoas vão se apresentar diante das câmeras do canal educativo da RAI para ler ao vivo e sem interrupção os 73 livros da Bíblia, da Gênese ao Novo Testamento.
Bento XVI será o primeiro leitor desta iniciativa original com o primeiro livro da Gênese. Ainda não foi estabelecido se falará ao vivo, como os demais, ou será gravado, mas para que tenha o máximo de audiência sua intervenção será transmitida pela RaiUno, a mais assistida dos canais públicos.
O secretário de Estado do Papa, o cardeal Tarcisio Bertone, encerrará o ciclo com o 22º capítulo do Apocalipse.
A ex-senadora colombiana Íngrid Betancourt – seqüestrada pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em 2001 e libertada na semana passada – desconfia que seu cativeiro era próximo da Amazônia brasileira. "Recebia uniformes e cigarros brasileiros e escutava as rádios de lá", disse.
Pessoas, eu vou fazer uma tatuagem homenagendo meus dois anjos e gostaria de saber se alguém faz ou conhece alguém que faça caricaturas bonitas, pois gostaria que fosse feita uma caricatura desta criatura linda que é a saudosa Bella. O Morpheu será representado por este simpático gato enviado pelo Gui (thanks, Gui). Se alguém souber, por favor me dê um aviso.
Depois de chafurdar no limbo e sair dele, começar a organizar a vida, deu vontade de postar alguma coisa engraçada, algo que representasse meu espírito arlequim, palhação e cínico. Há dias eu procuro um tema ou algo que me inspire a escrever alegremente. Mas não sei se é minha perspectiva atual ou se nada engraçado tem acontecido em minha vida, mas anda tudo meio chato.
Quero voltar a falar groselhas e ser o cara que acha tudo viadagem e até chamar minha avó e seu realismo absurdo de volta para este espaço, mas eles ainda não querem vir. O cara diz que tudo vem no tempo certo, sem apressar. Já minha avó me deu uma bengalada e mandou eu não encher...
Minha vida não está triste não, ao contrário, tem estado até boa, tendo em vista de onde saí... só está faltando aquele, aquele...je ne sais quoi!
Vou ver se consigo dormir com o Bozo e ver se ele tem polução noturna pra eu acordar gozado!
Um momento é o máximo que se pode esperar da perfeição.
Só se pode ressuscitar depois do desastre.
Liberdade é perder toda a esperança.
O problema de ter coisas é que as coisas começam a ter você.
Nada é estático. Até a Mona Lisa está se desintegrando.
Às vezes você faz as coisas e acaba se ferrando. Outras vezes, são as coisas que não faz que acabam ferrando você.
Só depois de perder tudo você vai fazer o que quiser.
Só destruindo a mim mesmo vou descobrir a força superior do meu espírito.
Você não é o que faz para viver. Você não é a sua família e não é quem pensa que é. Você não é o seu nome. Você não é o que veste. Você não é os seus problemas. Você não é a idade que tem. Você não é suas esperanças.
Nossa geração não viveu uma grande guerra ou uma grande depressão, mas nós sim, nós vivemos uma grande guerra espiritual. A grande depressão é a nossa vida.
Somos os filhos do meio da história e fomos ensinados pela televisão a acreditar que um dia seremos milionários, astros de cinema e do rock, e aos poucos começamos a ver que tudo isso é mentira.
Tudo o que você mais ama o rejeitará ou morrerá. Tudo o que você já criou será jogado fora. Tudo de que você mais se orgulha terminará em lixo.
Você tem que desistir, você tem que se libertar, você tem que lembrar que vai morrer um dia, até lá, não seja um inútil.
O seriado Sex and the City revolucionou a forma como a cultura pop passou a se relacionar com o comportamento feminino. O programa tornou-se referência ao mostrar, sem pudor nenhum, como as mulheres modernas lidam com o amor, a profissão, os relacionamentos e, principalmente, o sexo. Criada por Darren Star e exibida pela primeira vez na TV norte-americana em 1998, Sex and the City mudou a forma de se mostrar o universo feminino na cultura em suas seis temporadas. Dez anos depois, soa mais sincera e moderna do que nunca em Sex and the City – O Filme.
Dirigido e roteirizado por Michael Patrick King – que trabalhou na série original, mais como produtor executivo -, o filme é baseado nas personagens criadas pela escritora Candace Bushnell em seu livro homônimo. Provavelmente, deve atrair aos cinemas os fãs da série, mas, para os que não estão habituados às aventuras das quatro amigas nova-iorquinas, Sex and the City – O Filme começa com uma breve retrospectiva das situações nas quais elas ficaram no último episódio da série, exibido em 2004. Inclusive, tacada inteligente essa de trazer a ação do filme quatro anos após o fim da série, não em sua seqüência. Desta forma, o roteiro mostra as heroínas sinceramente envelhecidas e maduras, não como um bando de quarentonas tentando parecer ter 20 anos.
A escritora Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) continua com o Mr. Big (Chris Noth). Inclusive, o noivado caminha a passos largos rumo ao altar, com direito até a sessão de fotos com vestidos de noiva de badalados estilistas (como Vera Wang, Oscar De La Renta e Vivienne Westwood) para a revista Vogue. Mais fashionista impossível, o que é a cara de Carrie. Samantha Jones (Kim Cattrall), a mais fogosa da turma, está morando em Hollywood com o belo Jerry Jerrod (Jason Lewis), cuja carreira como ator decolou de vez. A romântica Charlotte York (Kristin Davis) continua casada e ainda adotou uma menina chinesa, assim Miranda Hobbes (Cynthia Nixon), que não adotou uma chinesa, mas segue casada com Steve (David Eigenberg), morando no longínquo bairro do Brooklin.
É este o cenário inicial de Sex and the City – O Filme e ocorrem tantas, mas tantas reviravoltas que prefiro parar por aqui. Eu, como dedicada fã do seriado, não gostaria de saber mais sobre a história. Cabe a você, leitor, descobrir nas telas as novas aventuras das quatro melhores amigas.
Mas posso afirmar que o longa-metragem não decepciona aos que já conhecem o programa de TV. Todos os elementos que formam o painel de sucesso de Sex and the City foram fielmente preservados no primeiro filme baseado na série: os conflitos, as decepções e, principalmente, a amizade leal que as quatro amigas nutrem umas pelas outras, numa química que brigas por cachês na vida real não são capazes de derrubar. A trama de Sex and the City – O Filme é tão intensa e envolvente que o espectador não percebe que o longa tem 148 minutos – a título de comparação, cada episódio da série tinha uns 22 minutos.
Os temas recorrentes em Sex and the City – O Filme são amor, amizade e compras porque, de uma forma mais simplificada, são esses os elementos que formam o cotidiano de uma mulher que vive numa cidade como Nova York. Aliás, a cidade, a badalação do mundo fashion, figurinos marcantes (de Patricia Field, o nome por trás da vibração fashionista também no seriado) e sexo (o que seria Sex and the City sem o sexo?) também estão no longa. Uma novidade no filme é a personagem de Jennifer Hudson, que aparece na segunda metade da produção literalmente roubando a cena com seu carisma.
Ao mesmo tempo em que supre a carência dos órfãos do seriado, finado há quatro anos, Sex and the City – O Filme também tem a capacidade de conquistar mais alguns fãs. Isso porque, independente de ser originado de um programa de TV, o longa tem força para caminhar com suas próprias pernas. Principalmente ao mostrar, com humor e cinismo únicos, a forma como as mulheres de hoje em dia se relacionam não somente com o sexo oposto, mas com a vida em geral.
Mais do mesmo? Talvez. Mas é tão especial quanto o que já estávamos acostumados a ver na TV.
E depois da partida da Bella, Morpheu parou de brincar, parou de miar e pedir colo, só dormia.
Morpheu caiu da janela do apartamento anteontem. Fiz tudo o que podia. Lhe disse no ouvido o tempo todo no hospital: -Você não vai! Você não vai!
Mas acho que ele não quis me ouvir. Durante a cirurgia, ele teve um parada cardio-respiratória e se foi.
Creio eu que ele foi se encontrar com a Bella. Afinal, eles era unha e carne. E agora devem estar por ai, brincando de pega-pega, como eles faziam em vida.
Seja feliz Morpheu, pois o que você conseguiu foram poucos os que conseguiram. Ser amado pela minha mãe, que jamais gostou de animais e chorou junto comigo no hospital e pediu por você. Ser amado pelo meu pai, que foi com a sua cara logo de primeira, e ser amado por qualquer pessoa que entrou em casa, pois você era o ser mais adorável! Ser amado por mim, com toda a força.
Fiquei eu. Com toda a saudade do mundo. De meus dois filhos. Espero que vocês venham me visitar de vez em quando, pois meu coração nunca deixará de lembrar de vocês.
Aqui onde moro há uma igreja muito bonita, dentro do hospital da Sta Casa de Misericórdia.
Eu tenho ido lá estes dias. Talvez por ser um local de bastante silêncio. Ou porque talvez eu me sinta mais próximo de algo divino, não do catolicismo, mesmo pq a igreja está sempre vazia, mas de algo mais forte.
E hoje eu passei lá e me sentei pra pensar um pouco. Eis que eu vejo uma gata preta com cara de quem ia fazer arte atravessar o corredor, subir até o altar e começar a brincar com a renda do manto que cobria a mesa. Deitava no chão, dava tapas na renda e se divertia. Claro que uma das beatas da igreja viu e começou a enxotar verbalmente a gata atrevida, que saiu correndo e meio que para se esconder, veio até mim e se prostrou atrás de minhas pernas. A beata parou, olhou para mim e eu disse: - Pode deixar que eu tiro ela daqui. Peguei-a no colo e me sentei na praça que fica logo em frente à igreja, coloquei-a a meu lado e ela se deitou preguiçosamente ao Sol que batia no banco em que me sentei.
E me peguei pensando no motivo que me levou a ir à igreja hoje. Foi pra pedir. Pedir a Deus que me ensine a lidar com minha vida de modo mais sereno. Para que eu acredite que tudo vai ficar bem. Que todo este turbilhão financeiro no qual minha vida se transformou se resolva logo. Para que uma oportunidade surja.
Mas eu fui pedir principalmente a Deus que me ensine um meio de lidar com a perda. Pois eu não consigo esquecer. Não consigo entender. Por mais que eu me esforce ainda sinto a falta dela aqui do meu lado. Porque eu choro todos os dias desde que ela partiu. Não me importo com quem pensar que "é só uma gata".
Bella era importante demais pra mim. Ainda me pego aqui em casa achando que ela vai sair de algum canto, vir bater na minha perna e sair correndo como ela fazia e quase sorrio, mas aí me lembro que não importa o que aconteça, ela nunca mais vai voltar.
Às vezes me culpo, achando que podia ter feito mais, ter tentado mais, ou achando que não devia ter me descuidado dela na janela. Aí me vem o pensamento de que as coisas simplesmente acontecem porque acontecem.
Óbvio, mas isso não me faz parar de chorar. Nem de sentir que uma parte de mim está faltando. Fui embora da praça, mas não sem antes pedir à gatinha atrevida que se por acaso encontrasse a Bella por aí, lhe dissesse que eu sinto muito.
Mais do que dinheiro, emprego ou matéria. O que eu pedi a Deus foi um pouco de paz. Eu tenho 31 anos e não me lembro de qual foi o último dia maravilhoso e em paz que eu tive.
E agora peço que me ensine a deixar ir, a confiar que fiz o certo e não sentir como se algo tivesse sido arrancado de mim e que não houvesse como pôr de volta.
Resumindo, é como diz uma música que gosto muito:
Me tira essa vergonha,me liberta dessa culpa Me arranca esse ódio,me livra desse medo
Essa música me persegue em 500 filmes e seriados que eu já assisti. De House a Dawson´s Creek. Sempre achei lindíssima e toda vez que ouvi fiquei cantando o refrão o dia todo. É ótima pro caso de você estar com uma porcaria de música na cabeça e não conseguir tirar. Além de ter uma letra muito especial. Bom dia.
Sad Eyes Every day here you come walking I hold my tongue, I don't do much talking You say you're happy and you're doin' fine Well go ahead, baby, I got plenty of time
Sad eyes never lie Sad eyes never lie
Well for a while I've been watching you steady Ain't gonna move 'til you're good and ready You show up and then you shy away But I know pretty soon you'll be walkin' this way
Sad eyes never lie Sad eyes never lie
Baby don't you know I don't care Don't you know that I've been there Well if something in the air feels a little unkind Don't worry darling, it'll slip your mind
I know you think you'd never be mine Well that's okay, baby, I don't mind That shy smile's sweet, that's a fact Go ahead, I don't mind the act Here you come all dressed up for a date Well one more step and it'll be too late Blue blue ribbon in your hair Like you're so sure I'll be standing here