House é uma dessas séries que provavelmente marcarão história. Eu sempre acho que nunca mais verei uma nova série, mas...
E esta tem um conteúdo especial, o doutor House: ácido, irônico, cínico, sempre com uma resposta na ponta da língua, ou seja: EU! Hahahaha
Estou apaixonado. Pra quem não viu, House (personagem inspirado em Sherlock Holmes) é um infectologista e nefrologista que se destaca não só pela capacidade de elaborar diagnósticos diferenciais, como também pelo seu mau-humor, ceticismo, narcisismo e pelo afastamento entre este e os doentes por considerar completamente desnecessário uma interação entre o médico e o paciente.
A ação se passa num lugar fictício chamado Hospital de Plasboro em Princeton.
É daquelas séries em que cada episódio conquista novos fãs, inclusive a mim, que sou totalmente identificado com o personagem-título.
Agradeço sempre à Cassia que um dia disse: - Assista, é a sua cara! Essa Cassia me conhece mesmo.
Imagine que você pudesse rir de um filme adolescente sem culpa. Imagine que você pudesse ver aquele Kevin Smith afiado e verborrágico de filmes como "O Balconista" e "Procura-se Amy". Imagine que você pudesse ver um filme sobre o universo masculino e finalmente ver toda a insegurança, aventura e medo que há nessa época. E principalmente, imagine que você pudesse ver um filme feito sem muita grana, mas com muito coração e sinceridade. Essa imaginação toda se materializou ao assistir "Superbad", que no Brasil se chama "É Hoje".
O produtor e diretor Judd Apatow (O Virgem de 40 Anos, Dick & Jane, Ligeiramente Grávidos) se aliou a Seth Rogen, o roteirista do filme e criaram uma comédia com frescor e sensibilidade.
Jonah Hill e Michael Cera interpretam respectivamente o gordinho e o CDF inseparáveis, que vivem zoando um com a cara do outro e sofrendo nas mãos dos fortões da escola. Completa o trio Christopher Mintz-Plasse, no papel de Foggel, o nerd-master que consegue uma identidade falsa com o nome McLovin, e ele corre o risco de entrar para a história do cinema por ser um menino que nunca atuou na vida e parece ser veterano de tão a vontade e hilário que ele aparece no filme. Além disso, o próprio roteirista Seth Rogen e Bill Hadder fazem os papéis de dois policiais que só querem curtir a vida.
O filme é uma deliciosa bobagem, mas que mostra muito do mundo de meninos normais que caminham para a maturidade e tem que lidar com sexo e amizade sem ter muita noção e experiência de como fazê-lo.
Fazia tempo que um filme não valia meu dinheiro gasto numa bilheteria.
Quando acho que nenhum outro filme vai me assustar depois de A Bruxa de Blair e O Chamado, aparece este que desde já merece ser chamado de um dos melhores filmes de terror já feitos. O Abismo do Medo é um filme tenso e claustrofóbico e foge de todos os clichês do gênero, primeiro ao colocar só mulheres no filme, o único homem e dispensado nos primeiros 5 minutos do filme.
Reserve um dia ou dois para analisar, refletir e se assustar com as emoções transfmitidas por "Abismo do Medo", que é, acima de ser um terror ou suspense, um filme profundo e pesado.
Um ano após a perda de seu marido e filha - na cena impactante que abre o filme -, Sarah (Shauna Macdonald) tenta se recuperar e esquecer os traumas de sua vida, reencontrando com antigas amigas, fãs de aventuras radicais, para explorar uma sinistra caverna.
Nos primeiros minutos de "Abismo do Medo", acompanhamos o encontro das amigas numa cabana em meio a uma floresta fria - num momento que lembra muito "O Apanhador de Sonhos". Apesar de ter apenas personagens femininas, seus tipos são normais, sem estereotipos, o que facilita ao espectador uma sensação de estar "em casa" diante da amizade delas.
No dia seguinte, elas partem para a aventura de exploração de uma profunda e escura caverna. Elas são experientes, e tudo aparenta estar caminhando como planejado, apesar do diretor, com apenas algumas cenas, conseguir fazer o expectador perceber que algo não está certo. O local é composto de diversas passagens estreitas, onde qualquer descuido pode ser fatal. Exatamente por essa característica, o diretor Neil Marshall consegue transmitir um real clima clautrofóbico, quase sufocante para quem assiste - como acontece na seqüência em que uma das personagens fica presa, sem conseguir respirar por causa da pressão no peito, com o lugar prestes a desmoronar - numa tensão que parece não ter fim. Mas isso é apenas o começo...uma das frase mais assustadoras do filme já alerta: "Acho que vi alguém."
Amigos, assistam com um tanque de oxigênio ao lado, pois o filme acaba com seus nervos durante toda a sua duração. E se vc tem Cinemax, o filme está na programação deste mês, fique atento. Se vc não tem, alugue!
Sinopse: Logo após a morte da princesa Diana a rainha Elizabeth II decide manter-se reclusa, juntamente com a família real. É quando o recém-empossado Tony Blair tenta reatar os laços entre a realeza e a população. Com Helen Mirren e James Cromwell no elenco. Recebeu 6 indicações ao Oscar.
Opinião: Um filme feito de interpretações magistrais de Helen Mirren (Rainha) e Michael Sheen (Tony Blair, incrível semelhança) e uma direção econômica e perfeita de Stephen Frears. O filme traz uma visão interessante da rainha em relação à morte da princesa Diana. Helen Mirren mostra a rainha não como um papel, mas como uma encarnação. Em determinado momento a mulher de Tony Blair brinca dizendo que todo homem que se aproxima da rainha se apaixona por ela. Tem razão, eu me apaixonei por ela, com toda a idade, com todo o fardo de abdicar da vida em favor do reino e com todo sentimento reprimido que ela traz à tona. E ponto para Michael Sheen como Tony Blair, incrivelmente parecido com o original e excelente ator. Vale muito a pena. O filme tem tudo a partir do nada.
Um editorial publicado nesta terça-feira pelo jornal espanhol "ABC" comenta o resultado da eleição de domingo no Brasil, afirmando que a quase vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno mostra que, "para os eleitores do Partido dos Trabalhadores, pouco importa a espessa nuvem de corrupção que faz sombra ao governo do líder brasileiro".
Para o jornal, "os partidos políticos se converteram em um manto acobertador de seus militantes em vez de serem atentos e rigorosos vigilantes da idoneidade política e moral de cada um deles".
"Aos eleitores não parece importar muito a decência de seus líderes e assim, juntando a fome com a vontade de comer, alguns protagonistas máximos da política se sentem de posse de uma 'licença para roubar' equivalente à 'licença para matar' que James Bond exibe em seus filmes", afirma o editorial.
Outro jornal espanhol, "El País", também comentou o resultado eleitoral em um editorial, afirmando que Lula recebeu "um sério aviso" das urnas. "O presidente vai ter que mudar muitas coisas em sua estratégia para assegurar a reeleição neste mês", diz o texto.
Para o diário, "como não há diferenças programáticas fundamentais entre ambos os candidatos (Lula e Geraldo Alckmin), será a credibilidade de um e de outro a que resolverá finalmente a luta pela Presidência do gigante ibero-americano".
O editorial afirma ainda que "a sensação acumulada durante o último ano e meio de que tudo valia no Brasil, enquanto não se provasse uma conexão direta do favorito Lula com a corrupção, se dissipou bruscamente no domingo". "As urnas refletiram uma visão mais exigente da ética política", avalia o editorial.
Campanha perigosa
Reportagem do diário americano "The New York Times" diz que Lula esperava até o último momento uma vitória no primeiro turno, mas "ele estava equivocado, e agora enfrenta o que promete ser a campanha mais cansativa e potencialmente perigosa de sua longa carreira, contra um concorrente que ele e muitos outros menosprezavam".
O texto, que em seu título diz que a base de apoio a Lula "pode virar areia", diz que o segundo turno, que Lula "nem queria nem esperava", "promete ser extraordinariamente disputado e cheio de contrastes".
"As diferenças não são tanto de idéias --ambos os partidos vêm lutando pelo mesmo espaço de centro-esquerda desde que Lula moveu-se para o centro para ganhar em 2002--, mas de personalidade e estilo político", diz o "Times".
O "Wall Street Journal", por sua vez, avalia que no segundo turno Lula não terá como evitar o confronto, como fez no primeiro turno. "Ele dcesprezou os debates com outros candidatos e fez campanha principalmente dentro de sua base de eleitores de baixa renda, que apoiavam os programas sociais do governo e a figura de homem comum de Lula."
O jornal econômico observa que os mercados financeiros tiveram um dia positivo no Brasil na segunda-feira, após a votação inesperada de Alckmin. "Enquanto o esquerdista sr. da Silva se mostrou um responsável administrador fiscal da economia, o sr. Alckmin é visto pelos investidores como tendo uma proposta mais clara para encolher o Estado e estimular o crescimento."
O diário francês "Le Monde" também comenta os efeitos da eleição sobre os mercados. "Os programas de PT e PSDB não são muito diferentes, e o desafio eleitoral não parece preocupar os mercados financeiros, diferentemente de 2002, quando a possibilidade de eleição do antigo sindicalista provocou uma verdadeira tempestade", diz o texto.
Para o jornal, porém, "as quatro semanas de campanha entre o primeiro e o segundo turnos vão paralisar o governo e aumentar a polarização".
Kirchner apreensivo
Os principais jornais argentinos relatam em suas edições desta terça-feira a apreensão do governo argentino com relação às eleições no Brasil.
Segundo o diário "La Nación", "a Casa Rosada (sede do governo argentino) reagiu ontem com doses iguais de cautela e inquietude sobre o resultado das eleições no Brasil, mas os principais membros do governo de Néstor Kirchner confiam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhará no segundo turno".
De acordo com a reportagem, o presidente argentino aposta na vitória de Lula por considerar que as relações entre os dois países passam por um bom momento. "Do ponto de vista do governo, a permanência do presidente brasileiro no poder permitiria afiançar a aliança estratégica da Argentina com o Brasil em um Mercosul que enfrenta múltiplos curtos-circuitos", diz o texto.
Segundo o diário "Clarín", "Kirchner havia apostado bastante em Lula, a quem no governo consideram 'mais previsível' do que Alckmin". "Não é segredo a boa relação entre a Chancelaria e o Itamaraty e, de fato, a relação entre Kirchner e seu colega brasileiro melhorou muito desde o fim do ano passado."
O jornal diz ainda que alguns oposicionistas argentinos procuraram traçar paralelos entre a eleição brasileira e o cenário político argentino, onde Kirchner é favorito para ser reeleito no ano que vem.
O diário econômico "El Cronista Comercial", por sua vez, avalia que "o destino do Mercosul e da liderança regional estão em jogo no segundo turno no Brasil".
O jornal avalia que o governo Lula mantém seu apoio ao bloco regional e à Argentina contra a vontade do "establishment industrial" representado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), considerada mais próxima a Alckmin.
Em relação à disputa pela liderança regional, o jornal considera que "ainda que Lula ganhe no segundo turno, a redução de seu cacife político favorecerá a influência de Hugo Chávez, que com a força dos petrodólares, de discursos incendiários e da chegada ao poder de aliados como o presidente boliviano, Evo Morales, foi reduzindo o papel de líder regional que quase naturalmente ostentam os presidentes do Brasil".
Este sábado fomos eu e minha girl assistir este filme e devo dizer: que filme! Que atriz é Meryl Streep!!!! O filme mostra a história de uma jornalista recém formada que não consegue emprego na área e por um desses acasos da vida, consegue um emprego "que toda mulher gostaria", o de assistente da toda-poderosa editora da revista de moda RunWay, Miranda Priestly, interpretada magistralmente por Meryl Streep. Miranda faz da vida de sua assistente, Anne Hathaway (Andrea Sachs), um verdadeiro inferno. Entre os pedidos sem noção da editora, estão os manuscritos do novo livro de Harry Potter, que ainda nem foi lançado!!! Outro ponto interessante é mostra como uma mulher pode se deixar levar por sapatos, roupas e viagens e não por ser futil, mas porque essas coisas fazem parte da genética feminina. Anne é o tipo de garota tão conhecida que diz: Eu não ligo pra moda, apenas me visto do jeito que eu quero e pra me sentir confortável! Meryl, numa de suas cenas antológicas, destrói esse conceito feminino. Anne começa a perceber que é sim, uma fã de moda, como toda mulher é, mesmo que não aparente. A personagem de Meryl Streep é inspirada na famosa editora da revista Vogue americana, Anna Wintour. Laura Weisberger, autora do livro "O Diabo Veste Prada", trabalhou como assistente de Anna na publicação. Quando soube que seria produzido um filme sobre o livro, Anna Wintour começou uma campanha para abafar a produção. De acordo com a revista americana Radar, ela pediu que nenhum estilista participasse do longa. A editora teria dado a entender que eles entrariam na "geladeira" de sua revista.
Olha, é desses filmes que dão gosto de ver no cinema e que valem o dinheiro do ingresso! E Meryl Streep mais uma vez mostra o que é atuar. Com um simples olhar, uma mera expressão corporal, ela transmite todas as emoções que quer. Ela arrasa!
O cantor Bono, o líder do grupo U2, se tornou editor de jornal por um dia. Ele assina a edição especial do diário britânico The Independent desta terça-feira. Metade da renda gerada pela venda de exemplares desta edição será revertida para o combate à Aids na África.
A edição destaca temas ligados à África, mas o jornal também traz um editorial que aborda o atual momento vivido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O texto, intitulado "Um desafio para o sr. Lula", afirma que "sabiamente", Lula, em vez de desestabilizar o país com "reformas apressadas", "gravitou para o centro, prometendo um sólido comando da economia".
O editorial afirma, no entanto, que "se os eventos em São Paulo forem um anúncio do que está por vir, talvez seja motivo para diminuir o otimismo". Ainda assim, o texto ressalva que "o presidente Lula estava parcialmente certo quando atribuiu a violência à desigualdade social no Brasil e à falta de investimento em educação".
O editorial acrescenta "que estes são flagelos que só podem ser combatidos a longo prazo. No momento, ele (Lula) pode vir a se sentir cada vez mais aprisionado por reformas muito lentas para os pobres e muito rápidas para os ricos".
Destaques Entre os destaques do jornal estão uma entrevista conduzida pelo próprio Bono com o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, e o ministro das Finanças do país, Gordon Brown. A capa da edição traz uma ilustração assinada pelo artista plástico britânico Damien Hirst, com a manchete "Sem notícias por hoje", seguida da frase, em letras miúdas, "Apenas 6.500 africanos morreram hoje devido a uma doença que pode ser prevenida e tratada (HIV-Aids)".
A África é tema de reportagens, como a que trata das crianças obrigadas a se tornar chefes de família devido à morte de seus pais pela Aids, e de artigos, como o do organizador do Live Aid, Bob Geldof, no qual ele defende que as nações desenvolvidas adotem relações comerciais mais justas com os países africanos.
Os amigos de Bono também comparecem. O guitarrista do U2, The Edge, dá uma entrevista na qual fala sobre o esforço de músicos de New Orleans para reconstruir sua cultura após os danos causados pelo furacão Katrina. O jornal traz um ensaio fotográfico da artista visual britânica Sam Taylor-Wood, no qual ela documenta a pobreza no sul dos Estados Unidos, e uma entrevista realizada pela estilista Stella McCartney com Giorgio Armani.
Até mesmo os anúncios publicitários da edição seguem a linha engajada de Bono. Há propagandas de organizações não-governamentais e da linha de produtos Red, que abrange cartões de crédito e telefones celulares e cuja renda é voltada para o combate à Aids no continente africano.